Quando a sua mina aparece com um vestidinho vermelho de verão e nada por baixo, você já sabe o que vai rolar. Pais fora de casa, quintal só pra gente - essa safadinha não perdeu nem um segundo. Ela caiu direto de joelhos e começou a enfiar meu pau goela abaixo como se a vida dela dependesse disso.

Mas eu tinha outros planos. No meio do boquete, peguei uma garrafa de vinho, enfiei direto na buceta apertada e molhada dela, e comecei a fodê-la com ela. E mano - ela ficou selvagem. Quanto mais forte eu metia a garrafa nela, mais babado e desesperado ficava o boquete dela. Meu pau enterrado na garganta dela, uma garrafa enterrada na buceta dela. A mina estava no céu.

Aí ela subiu em cima, montou em mim e cavalgou meu pau como uma puta profissional - quicando aquele rabo perfeito pra cima e pra baixo com aquelas estocadas lentas e ritmadas que dão vontade de gozar ali mesmo. Mas eu ainda não tinha acabado com ela.

Virei ela, dobrei pra caralho e meti de quatro por trás - forte, rápido, sem piedade - até não aguentar mais e jorrar toda a minha porra bem no fundo daquela buceta pingando.

Foda crua, babada, no quintal, no seu melhor. Ela veio sem calcinha por um motivo. E conseguiu exatamente o que veio buscar.

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